Cheque especial, Limite Pré-Aprovado, LIS, Cheque Azul… Independente do nome usado, na hora que surge aquela emergência financeira, na correria e preocupação, muitas pessoas acabam recorrendo à essa opção como uma saída rápida para suas dívidas.

Recentemente, o Banco Central restringiu as regras de taxas sobre os juros, limitando a 8% ao mês. Antes as taxas chegavam a 10 ou 12% ao mês. A notícia, em um primeiro momento, pareceu atrativa a muitos. Mas será que vale mesmo a pena recorrer ao cheque especial?

É sobre isso que queremos falar hoje com você!

O que é cheque especial:

O cheque especial é uma modalidade de crédito oferecida pelos bancos. Ele funciona como um empréstimo pré-aprovado que fica disponível para o usuário utilizar quando precisar. A finalidade pode ser qualquer uma, mas geralmente é utilizada em emergências como saldo insuficiente para o pagamento de contas, saques emergenciais ou para cheques.

O pagamento desse crédito vai depender de quando o usuário tiver saldo disponível novamente em sua conta. Mas os juros vão sendo cobrados mês a mês.

As taxas do uso de cheque especial foram redesenhadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A partir de agora o limite máximo é de 8% de taxa de juros ao mês e de 0,25% de cobrança de tarifas, apenas para os usuários com limites de crédito acima de R$500.

O que acontece se o cheque especial não for pago?

O cheque especial, apesar de pré-aprovado e menos burocrático, é uma dívida como as outras. Portanto, a cobrança do mesmo se encaixa dentro das mesmas regras e o não pagamento do crédito pode levar a consequências normais como: cadastro do usuário em órgãos de proteção ao crédito, negativação do nome e proibição de solicitação de novas linhas de crédito.

Aqui que mora o problema, pois, uma vez que o cheque especial não é pago, vai virando uma bola de neve… Como exemplo: se você no primeiro mês ficou devendo 3mil no limite do cheque especial, depois irá pagar R$240,00 de juros. Se não pagar este juros e o limite, em 10 meses sua dívida vai dobrar. 

Ainda é necessário considerar a multa. Se, por ventura, você ultrapassar o limite, o banco cobrará uma taxa de saldo descoberto. Como funciona: se seu limite é de R$3mil, você utilizou 100% do limite e o banco debitou a tarifa da conta ou mínimo do cartão de crédito, isso vai ultrapassar seu limite, o que certamente o banco vai ter cobrar,. Portanto, fique esperto!

Cheque especial vale a pena?

Apesar de ser uma solução rápida para uma possível emergência, as taxas de juros do cheque especial podem se tornar uma bola de neve muito maior do que o problema inicial que te levou recorrer à ele.

Tanto que dados no Banco Central divulgaram que em 2018, por exemplo, o cheque especial serviu como opção de crédito, concedendo um total de R$31,747 bilhões. Mas, ao mesmo tempo, essa modalidade é a principal causa da inadimplência do país.

Ou seja, não tem sido a melhor saída para emergências. 

Como sabemos que emergências financeiras podem sempre surgir, uma melhor opção seria a de crédito consignado, que falaremos no próximo tópico.

Crédito consignado INSS

O empréstimo consignado é uma linha de crédito bem simples e que consiste basicamente no desconto direto em folha. Essa garantia de pagamento oferece algumas facilidades, como já falamos aqui no blog.

Leia mais: 3 vantagens do empréstimo consignado que você precisa conhecer

Hoje, aqui na Carrera Carneiro, trabalhamos com empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS com taxa juros a partir de 1,69% ao mês e cartão crédito consignado rotativo de 3,30%. Uma opção muito melhor e mais assertiva de empréstimo, principalmente para as emergências.

E não precisa ter medo de não conseguir aprovação de crédito! Para crédito consignado, nós não consultamos SPC, Serasa ou Score.

Tem dúvidas? Saiba como contratar crédito com juros menores:

https://www.youtube.com/watch?v=LHx1VAMYn_g

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