Perguntas Frequentes
Descubra o valor pode cair na sua conta corrente para realizar um plano ou resolver uma emergência

Se você é aposentado, pensionista do INSS ou recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) e ganha exatamente um salário mínimo mensal, uma das primeiras coisas que deseja saber ao precisar de crédito é: quanto posso pegar no empréstimo consignado INSS? Qual é o valor real em dinheiro que vai cair na minha conta?
Para quem recebe o piso previdenciário, as regras de crédito são bem claras e seguem os limites estabelecidos por lei.
Então continue a leitura pois, a seguir, mostramos os cálculos exatos, o valor estimado de liberação em dinheiro de acordo com a sua remuneração e o que você precisa saber para solicitar o seu crédito.
No empréstimo consignado INSS, o banco não calcula o limite inicial pelo valor total do empréstimo, mas sim pelo valor da parcela mensal que você pode pagar sem comprometer o seu sustento.
Por lei, a margem consignável para empréstimos convencionais é de 40% do valor do seu benefício:
– Cálculo da margem: Se você recebe 1 Salário Mínimo, a sua margem disponível para parcelas de empréstimo será equivalente a 40% do valor bruto do piso nacional.
– Valor mínimo da parcela: Isso significa que a soma de todas as suas parcelas de empréstimo não poderá ultrapassar esse teto mensal de 40% na sua folha de pagamento.
Importante: Se você recebe o BPC/LOAS, a regra da margem para empréstimo é de 30% do benefício (mais 5% para cartão), o que altera ligeiramente o valor da parcela em comparação com a aposentadoria comum.

Considerando uma margem zerada (100% livre para uso) no prazo máximo de parcelamento permitido pelo Governo Federal, que hoje é de até 108 meses (9 anos), a estimativa média de valor liberado no mercado é:
Para aposentados e pensionistas (margem de 40%): A liberação média em dinheiro na conta fica entre R$ 20.000,00 e R$ 24.000,00 à vista.
Para beneficiários do BPC/LOAS (margem de 30%): A liberação média em dinheiro na conta fica entre R$ 15.000,00 e R$ 18.000,00 à vista.
Nota: O valor exato que o banco deposita depende da taxa de juros aplicada pela instituição financeira no dia da contratação e da idade do beneficiário.
Além do empréstimo tradicional de 40%, o beneficiário que recebe um salário mínimo conta com duas caixas exclusivas e separadas para os cartões consignados (RMC e RCC), cada uma com 5% de margem extra:
Margem de 5% dos cartões: Garante uma parcela mínima descontada na folha proporcional ao piso.
Limite de crédito nos cartões: Libera um limite total de compras/saque que gira em torno de R$ 1.500,00 a R$ 2.100,00 por cartão.
Saque em dinheiro vivo: Você pode transformar até 70% desse limite em dinheiro depositado direto na sua conta corrente.

O valor do seu salário não altera o limite de linhas do INSS. Mesmo recebendo um salário mínimo, você tem o direito de ter até 15 empréstimos consignados ativos ao mesmo tempo, além de até 2 cartões consignados (RMC e RCC). A única regra é que a soma das parcelas de todos esses contratos juntos não ultrapasse o teto dos seus 40% de margem disponível.
Sim, com certeza. Sempre que o Governo Federal reajusta o valor do salário mínimo no início do ano, a sua renda bruta sobe. Como a margem consignável é um percentual fixo de 40%, essa alta no salário gera automaticamente um “aumento de margem” em reais, abrindo um novo limite de crédito que permite pegar um dinheiro extra ou fazer um novo empréstimo.
Sim, perfeitamente. O fato de estar negativado, com o nome no SPC/Serasa ou com o score baixo não impede a liberação do valor. Como as parcelas do empréstimo são descontadas automaticamente da folha do seu benefício antes de o dinheiro cair na sua conta, os bancos não fazem análise de crédito rígida para quem recebe um salário mínimo pelo INSS.
A parcela do consignado para quem compromete a margem total de 40% será exatamente o valor correspondente a 40% do piso nacional vigente. Se você optar por não usar todo o seu limite de uma vez só, pode contratar empréstimos menores com parcelas que caibam no seu orçamento (como R$ 50,00 ou R$ 100,00 mensais), recebendo um valor proporcional em dinheiro na conta.
Se você recebe um salário mínimo, tem margem livre, mas o banco ofereceu um valor menor, as causas mais comuns são: sua idade (para beneficiários com mais de 75 ou 80 anos, os bancos reduzem o prazo de 108 meses para 24 ou 36 parcelas, o que diminui o valor final) ou a inclusão de seguros não solicitados. Exija sempre o Custo Efetivo Total (CET) detalhado e compare propostas em mais de uma instituição financeira.